Um grupo de funcionárias da UE cobriu as fotos expostas de todos os ex-presidentes masculinos do Parlamento Europeu. Uma forma de mostrar descontentamento por uma União dominada por homens, num dia de greve feminina por uma representação igual e salário igual.

A funcionária do parlamento, Laura Krenske, refere: "No Parlamento Europeu, podemos ver que a política ainda é feita para e pelos homens, especialmente com a ascensão de homens de direita e fortes. É super importante que nos mantenhamos firmes. Eu sinto que há muitos homens em fatos em todos postos e em estátuas em todas as construções. Todos os edifícios são nomeados por homens e aqui na parede também há muita representação masculina e uma pequena representação feminina".

 

E não é apenas um sentimento, é a realidade que esta jovem mulher, Iverna Mc Gowan, quer mudar. Para isso, deixou a direção da Amnisitia Internacional em Bruxelas para tentar tornar-se deputada pela Irlanda. Mas não tão fácil como pensava. "É muito difícil para as mulheres, em particular, serem selecionadas para serem candidatas e eleitas, e isso é algo que descobri por mim própria. Os obstáculos que as mulheres enfrentam, seja a cultura, o acesso ao dinheiro e outras expectativas sociais são tão grandes que nunca são suficientemente boas para serem o melhor candidato ou o que trabalha mais arduamente. Nós precisamos de quotas, de apoio estrutural, para alcançarmos uma maior igualdade de género".

FONTE: https://pt.euronews.com/2019/03/08/mais-mulheres-nas-instituicoes-europeias

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, viaja nesta terça-feira, 11, pela Europa, para encontrar alguns dos principais líderes da União Europeia (UE) e discutir formas de salvar o acordo sobre o Brexit, fechado com o bloco há duas semanas. May tem compromissos marcadas na Holanda, Alemanha e Bruxelas. Seu primeiro encontro foi com o primeiro-ministro holandês Mark Rutte. Em seguida, realizará uma reunião com Angela Merkel. Às 17h locais (14h em Brasília), se reunirá com o presidente do Conselho Europeu, o polonês Donald Tusk, na Bélgica.

Após seu encontro com Rutte, o holandês afirmou no Twitter que as discussões com a britânica sobre o Brexit foram muito “úteis”, sem dar mais detalhes sobre o que foi discutido.

Fonte: https://veja.abril.com.br/mundo/may-faz-tour-pela-europa-para-tentar-salvar-acordo-do-brexit/

O Parlamento da União Europeia decidiu, em uma votação realizada nesta quarta-feira, 12, adotar punições contra a Hungria por considerar que o país ignora regras democráticas de maneira persistente. Com 448 votos favoráveis, 197 contrários e 48 abstenções, a moção foi aprovada na sessão plenária em Estrasburgo, na França. É a primeira vez que a legislatura europeia recorre ao chamado Artigo 7 contra um país membro da UE.

Fonte:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/12/internacional/1536751556_675046.html

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aconselhou a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, a processar a União Europeia (UE) em vez de negociar os termos do "Brexit", segundo revelou a premier britânica em entrevista para a rede pública "BBC". Trump contou ao fim de sua reunião com a premiê em Chequers, na Inglaterra, que tinha dado um "conselho" em relação à saída do Reino Unido da UE que May tinha achado "brutal" demais. Interrogada hoje pelo jornalista Andrew Marr sobre o que foi que Trump lhe disse, May revelou que ele lhe orientou a processar a UE. No entanto, ela revelou que, na reunião, Trump mudou de opinião e aconselhou que ela não abandonasse as negociações. Caso contrário, ela ficaria "emperrada".

 

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/trump-aconselhou-primeira-ministra-britanica-theresa-may-a-processar-ue-em-vez-de-negociar.ghtml

 

A premiê britânica Theresa May fez um pronunciamento nesta sexta-feira (21) em que reiterou que não vai mudar de rumo nas negociações do Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), que enfrenta um impasse entre o governo britânico e os líderes do bloco.

May disse que o Reino Unido "tratou a UE com nada além de respeito" e "o Reino Unido espera o mesmo", acrescentando que "não é aceitável rejeitar propostas sem apresentar contra-propostas detalhadas".

O afastamento da União Europeia foi aprovado em plebiscito em junho de 2016 e marcado para 29 de março de 2019. May costurou um acordo para conduzir esse afastamento que prevê conservar uma estreita relação comercial entre Reino Unido e UE após o Brexit. A iniciativa encontra críticas entre os europeus, além de enfrentar oposição dentro do próprio governo.

Um dos principais obstáculos nas negociações é a linha divisória entre a província britânica da Irlanda do Norte e a República da Irlanda, um Estado-membro da UE. Londres e Bruxelas se opõem a restabelecer os controles de fronteira nessa área por temerem ameaçar o frágil acordo de paz na Irlanda do Norte, mas divergem sobre como evitá-lo.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/09/21/may-diz-que-nao-vai-mudar-de-rumo-nas-negociacoes-do-brexit-e-pede-respeito-da-ue.ghtml

Theresa May faz pronunciamento sobre negociações do Brexit nesta sexta-feira (21) em Downing Street — Foto: Jack Taylor/Pool Photo via AP

A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu neste domingo aos líderes da UE que impeçam os requerentes de asilo de se movimentarem livremente ao redor do bloco durante as negociações de emergência sobre migração, uma questão que está ameaçando sua coalizão governista.

 

Os chefes de governo reunidos em Bruxelas estão tentando conciliar suas profundas divergências em relação a migração, que vem minando a União Européia há anos e agora está pressionando a coalizão de Merkel.

 

"Uma grande parte das discussões de hoje será sobre importância de proteger as fronteiras externas e sobre como reduzir a migração ilegal para a Europa", disse Merkel ao chegar às negociações, reunindo 16 dos 28 líderes nacionais da UE. “Haverá também uma discussão sobre a migração secundária, como tratar uns aos outros de forma justa (na zona de livre circulação) de Schengen, como podemos encontrar um equilíbrio razoável”, acrescentou ela.

 

 

Embora as chegadas no Mediterrâneo sejam apenas uma fração do que eram em 2015, quando mais de um milhão de pessoas chegaram à Europa, uma recente pesquisa de opinião mostrou que a migração era a principal preocupação para os 500 milhões de cidadãos da UE.

 

A Itália tem lutado muito para lidar com as chegadas e seu novo governo populista disse que rejeitaria quaisquer ideias que levariam a um número ainda maior de pessoas.

 

“Queremos enfrentar o problema de maneira estrutural. Nossa opinião pública está pedindo por isso ", disse o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, ao chegar para as negociações, acrescentando que ele proporia suas novas idéias sobre a migração. Sob forte pressão dos eleitores internos, os líderes da UE vêm enfrentando duras batalhas sobre como dividir os requerentes de asilo no bloco.

 

Fonte: //economictimes.indiatimes.com/articleshow/64724926.cms?utm_source=contentofinterest&utm_medium=text&utm_campaign=cppst

O novo Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e Pesca continuará a apoiar o setor de pesca sustentável europeu, com ênfase no apoio especial aos pescadores artesanais. Também ajudará a potencializar o crescimento de uma “economia azul” sustentável objetivando um mundo mais próspero. Pela primeira vez, contribuirá para reforçar a governação internacional em mares e oceanos, como intuito de torna-los mais seguros, mais limpos e geridos de forma sustentável. Além disso, a Comissão está reforçando o impacto ambiental do Fundo, voltando-o para a proteção de ecossistemas marinhos e espera-se uma contribuição de 30% do seu orçamento para a mitigação e adaptação às alterações climáticas, em conformidade com os compromissos assumidos no âmbito do Acordo de Paris.

 

O Comissário para o Ambiente, Assuntos Marítimos e Pesca, Karmenu Vella, afirmou: "Os oceanos saudáveis e bem geridos são uma condição prévia para investimentos a longo prazo e criação de emprego na pesca e na “economia azul”. Tendo grande influência nas atividades oceânicas e sendo quinto maior produtor de peixe e marisco, a União Europeia tem uma forte responsabilidade de proteger, conservar e utilizar de forma sustentável os oceanos e os seus recursos, permitindo que os Estados-Membros e a Comissão cumpram essa responsabilidade e invistam na pesca sustentável, na segurança alimentar, na economia marítima próspera e em mares e oceanos saudáveis e produtivos. "

A pesca é vital para a subsistência e para o património cultural de muitas comunidades costeiras da UE. Juntamente com a aquicultura, ela contribue para a segurança alimentar e nutricional. Um dos principais objetivos do Fundo será apoiar pequenos pescadores costeiros, com navios com menos de 12 metros, que representam metade do emprego europeu no setor de pesca. Desde a reforma da Política Comum das Pescas em 2014, registaram-se progressos na reconversão dos recursos haliêuticos para níveis saudáveis, no aumento da rentabilidade do setor das pescas da UE e na conservação dos ecossistemas marinhos. O novo Fundo continuará a apoiar esses objetivos socioeconômicos e ambientais.

No que diz respeito à economia marítima, a Comissão propõe o reforço do seu apoio em comparação com o período de 2014-2020. Este é um setor econômico de alto potencial cuja produção mundial é estimada em € 1,3 trilhão atualmente e poderá mais que dobrar até 2030. O fundo marítimo possibilitará investimentos em novos mercados, tecnologias e serviços marítimos, como energia oceânica e a biotecnologia marinha. As comunidades costeiras receberão mais e mais apoio para estabelecer parcerias locais e transferências de tecnologia em todos os setores da economia azul, incluindo a aquicultura e o turismo costeiro.

No contexto da Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a União também se comprometeu a nível internacional para tornar os mares e oceanos mais seguros, mais limpos e geridos de forma mais sustentável. O novo Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e as Pescas apoiará estes compromissos para uma melhor governação internacional dos oceanos. Incluirá, entre outros, o financiamento necessário para melhorar a vigilância marítima, a segurança e a cooperação da guarda costeira.

Para garantir que o fundo seja eficiente e eficaz, ele inclui vários novos recursos, como:

- Simplificação e maisampla escolha para os Estados-Membros, que poderão agora apoiar as suas prioridades estratégicas, em vez de terem de escolher um «menu» de ações elegíveis.

- Melhor alinhamento com outros fundos da União Europeia. As regras aplicáveis a todos os fundos estruturais e de investimento são estabelecidas num regulamento sobre disposições comuns.

- Uma melhor orientação do apoio à realização da política comum das pescas. "

 

Fonte: http://europa.eu/rapid/press-release_IP-18-4104_en.htm

 

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